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 A situação deplorável em que se encontravam os plebeus privados de todos os direitos e reduzidos, em grande número, à escravidão, como devedores insolventes, seguiu-os num movimento de revolta. Retirando-se para o Monte sagrado, pensavam em fundar uma cidade plebeia e independente, quando Menénio Agripa os convenceu a regressar à cidade de Roma com a promessa de ficarem absolvidos das suas dívidas e terem defensores próprios, chamados Tribunos da Plebe. Invioláveis, tornar-se-ão os arautos da sua vontade até alcançarem o último grau da dignidade patrícia.

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 A tirania dos últimos anos da realeza e os ataques frequentes realizados contra os patrícios originaram a queda da monarquia. A República surge, então, por iniciativa patrícia, tomando por isso a feição aristocrática. Esta classe privilegiada, senhora do seu poder, recolhe para si todos os triunfos e regalias, esquecendo facilmente os plebeus que se vão unindo num movimento de ódio e ânsias de regalias. Dois patrícios recebem a honra do poder executivo com o nome de pretores, mais tarde chamados cônsules. Possuíam durante um ano todos os poderes reais, embora não pudessem usar o ceptro, a coroa e o manto de púrpura.
 Em qualquer emergência grave em que perigasse a vida da nação, podiam eleger um ditador com poder absoluto durante seis meses, tendo como lugar-tenente «o mestre de cavalaria», que lhe podia limitar os rigores do seu governo.
 Procurou a República conquistar a simpatia do exército, criando a nova assembleia –comícios por centúrias – que decidia da paz ou da guerra e julgava em última instância os condenados à morte.




O Monte Palatino, a colina onde nasceu a cidade de Roma.

                                            - maquete da antiga Roma –

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 Roma começou com um panteão de deuses e deusas reconhecidamente de inspiração grega, em que os todo-poderosos Júpiter (o Zeus grego), Vénus (Afrodite), Marte (Ares) – o deus romano da guerra, era originalmente uma divindade da agricultura. A mudança marca a militarização de um povo que começara com pastores e agricultores – e outros eram venerados em rituais públicos e privados.
 Como em todas as civilizações, esta situação originou o aparecimento do culto e sacerdotes para melhor fazer valer, os valores espirituais.


Culto

 Nasceu, entre os romanos, do desejo sincero de apaziguar a ira dos deuses. De todos os povos antigos, foram os mais meticulosos nas suas cerimónias, principalmente em Roma. Qualquer gesto imperfeito ou fórmula mutilada irritaria os deuses.

Os sacerdotes

  Pontífices – Derivaram o seu nome de «pontem facere» por terem a seu cuidado a conservação da Ponte Sublícia. Durante a realeza, eram em número de cinco sob a presidência do Sumo Pontífice, e redigiam o calendário.

  Flâmines – Dedicados especialmente ao culto

  Áugures – Interpretavam a vontade dos deuses.

  Vestais – Obrigadas a guardar a virgindade, não podiam permitir que se apagasse a chama da Pátria.



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Divindades

11.05.05
  Além destas divindades (e de outras) os Romanos veneravam os deuses Lares e Penates, que protegiam a casa e as propriedades, os Manes espíritos dos antepassados e Vesta deusa do fogo doméstico. Eram também adorados deuses relacionados com as forças da Natureza, como Júpiter (deus dos céus e das tempestades) e Ceres (deusa das colheitas). Assim podemos concluir que a religião Romana estava ligada à vida familiar e ao culto dos antepassados. À medida que Roma se expandiu e contactou com outros povos, foram sendo assimilados deuses «estrangeiros». O panteão Romano foi assim aumentando. A principal influencia religiosa recebida pelos Romanos veio dos Gregos. Muitos dos deuses venerados na Grécia passaram a ser adorados por todo o Império, embora com outros nomes. Aqui está uma pequena lista:

Deuses Gregos...........Deuses Romanos


Atribuições:


           Zeus..............................Júpiter - Céu; tempestades
           Hera..............................Juno – Casamento
           Poseídon..........................Neptuno – Mar
           Deméter...........................Ceres – Colheitas
           Hades.............................Plutão – Infernos
           Atena.............................Minerva – Sabedoria
           Apolo.............................Apolo - Sol; artes
           Artemisa..........................Diana - Lua; caça
           Afrodite..........................Vénus - Amor; beleza
           Ares..............................Marte – Guerra
           Hefesto...........................Vulcano – Artesanato
           Hermes............................Mercúrio – Comércio
           Héstia............................Vesta – Fogo sagrado e doméstico

  Os crentes Romanos encaravam a religião de um ponto de vista utilitário: fazia ofertas e sacrifícios aos deuses a troco de protecção e favores. O culto dos deuses era celebrado na própria casa Romana, presidido pelo pater famílias (o pai). Nos vários templos existentes nas cidades, as cerimónias do culto eram presididas por sacerdotes-magistrados, que dispunham de grande autoridade e eram muito respeitados. O imperador era o supremo sacerdote, isto é, pontifex maximus.

  A religião Romana tradicional deixava em muitas pessoas uma certa frustração e o desejo de se entregarem a manifestações religiosas mais espiritualizadas. Não admira, portanto, que começassem a ter êxito em Roma os novos cultos de mistérios, relacionados com crenças muito complexas, provenientes do Oriente, que prometiam uma vida eterna para além da morte. Nos últimos tempos do Império, ganharam muitos adeptos os cultos de divindades orientais, como Ísis (do Egipto) e Mitra (da Pérsia). Vinda também do Oriente, no século I d.C. uma nova religião propagar-se-á por todo o Império. É o Cristianismo.

  Os Romanos eram também muito supersticiosos. Tentavam conhecer a vontade dos deuses através de práticas de adivinhação feitas pelos áugures: procuravam indícios sobre as intenções divinas no voo das aves, no traçado do raio, nos sinais existentes nas entranhas dos animais sacrificados (no fígado, sobretudo). Os sacerdotes Romanos estabeleciam periodicamente os dias bons e maus, isto é, os dias de sorte e os dias de azar (dias fastos e nefastos). Ninguém se atrevia a tomar decisões importantes em dias nefastos. Do próprio nome dos adivinhos Romanos (áugures) vieram as expressões «bons augúrios» e «mau agoiro».

deuses

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 O povo romano era essencialmente religioso desde o início da sua vida. Neste sentimento assentou a estabilidade da família e do estado. No princípio este povo, como todos os povos primitivos adorou deuses relacionados com as forças da natureza, em que o temor acompanhava o ser humano do nascer ao morrer.
 Haviam os deuses primitivos em que cada um tinha uma função especial como o Vaticano, que lhe fazia soltar os primeiros vagidos ou da família como os Penates – deuses do lar.

Os deuses nacionais eram:

 Júpiter – Deus do céu e do trovão.
 Juno – Protectora do casamento (era companheira de Júpiter).

 Vesta
– Deusa romana muito antiga que presidia ao fogo no lar doméstico, o centro da casa. Era a chama do fogo nacional, que ardia no templo do Fórum e que jamais se devia apagar (as responsáveis para que não se apagasse a chama eram as sacerdotisas Vestais que eram obrigadas a guardar a virgindade).

 Marte – O deus da agricultura e da guerra.
 Jano – Deus da porta principal de Roma.
 Mercúrio – Deus da eloquência, do comércio e dos ladrões. Provido de asas na cabeça e nos calcanhares, era também o mensageiro dos deuses.
 Minerva – Deusa da sabedoria, das artes e da guerra.
 Vénus – Deusa do amor.
 Hércules – Protector dos caminhos.

As festas religiosas eram:

 Ceriálea – Em honra de Ceres, deusa dos frutos
 Saturnália – Em honra de Saturno, deus das sementeiras
 Vinália – Em honra de Líber, o deus da vinha
 Lemúria – Festa fúnebre para apaziguar os espíritos dos mortos.

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