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  – General romano, milionário, havia sido cônsul no ano 70, depois de ter vencido Espártaco, chefe da revolta dos gladiadores. Por ordem sua foram crucificados 6000 deles ao longo da Via Ápia, desde Cápua até Roma. Partidário do Triunvirato e mais tarde seu adversário, foi derrotado e morto em Carras, Partia. Carras tinha sido o maior desastre que o exército romano tinha sofrido desde a vitória de Aníbal em Canas.

  ERRO CRASSO – Em 53 a.C., confiante na superioridade numérica de seus centuriões numa batalha contra os sírios, e disposto a estraçalhar logo o inimigo, o general romano Licínio Crasso decidiu ganhar tempo cortando caminho por um vale estreito. Foi a decisão mais estúpida da história militar: os sírios fecharam as duas únicas saídas do vale e o exército de Crassus, ele incluído, foi massacrado. O que sobrou dele foi apenas a expressão "erro crasso".

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 General e político romano de seu nome completo Cneu Pompeu Magno, nasceu em 106 a. C. Era filho de Cneu Pompeu Estrabão, morto em 87 a. C.

 No ano de 83 a. C., sabendo da intenção de Sila de desembarcar em Itália, convoca três legiões em Piceno. Derrotado o exército de Mário, junta forças com Sila. De volta a Roma, honraram-no com o título de Magno (o Grande).

 Após subjugar a região da Numídia, deteve o avanço de Marco Emílio Lépido, um antigo partidário de Sila, sobre Roma em 77 a. C., derrotando-o conjuntamente com o seu aliado Marco Bruto.

 Nos anos de 76 a 71 a. C. solidificou a sua influência na Hispânia, derrotando os seguidores de Mário, pondo fim às guerras na península Ibérica. Regressado à capital imperial esmagou a rebelião de Espártaco. Foi eleito cônsul no ano 70 a.C. Partilha o poder consular com Marco Crasso, seis anos mais velho.

 A excessiva adulação concedida ao jovem general pelas suas conquistas em 64 a. C.(norte da actual Turquia e Palestina) representou para o povo romano o fascínio por um líder forte.

 Apercebendo-se disso, o aristocrata Lúcio Sérgio Catalina tentou chegar ao poder por meio de um golpe de estado em 63 a. C. Não foi bem sucedido e assim no ano de 60 a.C., Pompeu forma o primeiro triunvirato – tres viri (três homens), conjuntamente com Marco Licínio Crasso e Caio Júlio César, casando-se no ano seguinte com a filha deste. Após uma longa campanha venceu as facções rivais da Ásia Menor, anexando a Síria, organizando a Judeia, fundando colónias e novos territórios que abasteciam Roma com imensas riquezas. A sua fortuna pessoal atingiu então valores incalculáveis.

 A morte de Crasso no oriente colocou à frente dois rivais, Pompeu e César. As relações tensas com César viriam a piorar com a morte de Júlia em 54 a. C., precipitando a Guerra Civil quando César cruzou os limites da sua jurisdição, atravessando o Rubicão.

 Pompeu recruta um exército no Oriente e estabelece-se em Epiro. Mas a 9 de Agosto de 48 a. C., na batalha de Farsália, na Grécia, é derrotado, refugiando-se no Egipto, onde é assassinado no mesmo ano por Ptolomeu XIV, irmão e marido de Cleópatra em 28 de Setembro de 48.

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1º Triunvirato

20.08.05

 Enquanto Pompeu se cobria de glória na pacificação da Ásia Menor, três homens porfiavam alternadamente na conquista do poder: Crasso, de grande influência e fortuna, havia sido cônsul no ano 70, depois de ter vencido Espártaco, chefe da revolta dos gladiadores (6000 foram crucificados por ordem sua, ao longo da Via Ápia, desde Cápua até Roma); Júlio César, de uma ambição perigosa, voltara de Espanha onde exercera o cargo de pretor; Catilina, invejoso do prestígio dos seus adversários, chefiou uma conspiração, descoberta por Cícero, sendo morto em Pistoia. Cícero mereceu o título de «Pai e Salvador da Pátria»; aureolado de glória, procurou fundar um partido moderado para proteger a República dos ambiciosos, mas não conseguiu impedir que Pompeu, Crasso e César formassem o Primeiro Triunvirato.

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  Os Romanos começaram a conquista da Península Ibérica pelo ano 218 a.C., durante a Segunda Guerra Púnica, entre Roma e Cartago, em que as tropas comandadas por Cneu Cipião desembarcaram em Ampúrias. Durante vários anos lutaram contra o domínio dos Cartagineses, acabando por expulsá-los da Península em 206 a. C., com a conquista de Cádis, passando a dominar o litoral mediterrânico. Seguiram-se as lutas contra os povos peninsulares. Por 194 a. C. deu-se o primeiro confronto com os Lusitanos. Entre os chefes destes sobressaíam Viriato e Sertório. A conquista da Península iria demorar até 19 a. C., no tempo de Augusto, dada a enorme resistência dos povos peninsulares ao assédio romano. A conquista foi-se estendendo do sul para o norte, mais montanhoso, onde era mais fácil resistir.

  A sua influência fez-se sentir em todos os sectores. De uma economia rudimentar passou-se a uma economia agrícola com bom aproveitamento dos solos e das várias culturas, como o trigo, oliveira, fruta e vinha. A língua latina acabou por se impor como língua oficial, funcionando como factor de ligação e de comunicação entre os vários povos. As povoações, até aí predominantemente nas montanhas, passaram a surgir nos vales ou planícies, habitando casas de tijolo cobertas com telha. Como exemplo de cidades que surgiram com os Romanos, temos Braga (Bracara Augusta) , Beja (Pax Iulia) , Conímbriga e Chaves (Aquae Flaviae) . A divisão administrativa e judicial foi feita à moda de Roma, com a divisão da Península em três províncias (Tarraconense, Lusitânia, Bética) e com a criação dos conventos jurídicos.

  A indústria desenvolveu-se, sobretudo a olaria, as minas, a tecelagem, as pedreiras, o que ajudou a desenvolver também o comércio, surgindo feiras e mercados, com a circulação da moeda e apoiado numa extensa rede viária (as famosas "calçadas romanas", de que ainda há muitos vestígios no presente) que ligava os principais centros de todo o Império.

  A influência romana fez-se sentir também na religião e nas manifestações artísticas.

  Tratou-se, pois, de uma influência profunda, sobretudo a sul, zona primeiramente conquistada. Os principais agentes foram os mercenários que vieram para a Península, os grandes contingentes militares romanos aqui acampados, a acção de alguns chefes militares, a imigração de romanos para a Península, a concessão da cidadania romana.

  Cidades do tempo dos Romanos:

Aeminium – Coimbra
Aquae Flaviae – Chaves
Bracara Augusta – Braga
Conímbriga
Ebora Liberalitas Julia – Évora
Egitânia – Idanha-a-velha
Interamniense-Viseo – Viseu
Miróbriga – Santiago do Cacém
Myrtilis – Mértola
Olisipo Felicitas Julia – Lisboa
Ossonoba – Faro
Pax Julia – Beja
Portucale-Castrum Novum – Porto
Salatia – Alcácer do Sal
Scallabis – Santarém
Sellium – Tomar
Tróia



Vestígios da civilização Romana em Portugal

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Viriato



 Chefe militar lusitano do século II a. C. Tendo-se primeiro dedicado à pastorícia, como era comum para os homens do seu povo, veio a assumir a chefia dos Lusitanos contra o exército romano invasor, vencendo-o por sucessivas vezes. Ao fim de oito anos (147-139 a. C.) de resistência bem sucedida, Viriato morreu assassinado por traidores, que se venderam a troco de recompensa.







Sertório

  Nomeado pro-pretor da Espanha Citerior por Mário, a vitória de Sila fê-lo andar errante pelo mediterrâneo, recebendo, segundo Plutarco, uma embaixada lusitana, convidando-o para ser seu general. Organizou à maneira romana os soldados, fazendo tremer o Senado com as suas vitórias. Foi declarado inimigo nº 1 de Roma. Perpena seu lugar-tenente, assassinou-o num banquete, invejoso da glória do seu chefe. A desorganização entre os lusitanos favoreceu a sua derrota por Pompeu. A obra de romanização de Sertório foi admirável no ensino, no direito, na educação da juventude, no movimento artístico; sendo terrível inimigo do partido popular, nunca foi um traidor.

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