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Cargos Romanos

24.05.05
 Cônsul – título republicano (509 a.C.), era constituídos por dois patrícios para se poderem controlar mutuamente. Permaneciam no cargo por um ano, para não dar lugar a excessivo apego ao poder (1ºs cônsules – Lucio Junio Bruto e Lucio Tarquino Colatino).



 Tribunícia potestas – era uma dignidade importantíssima, criada para defender os direitos dos plebeus. Cargo temporário na República converteu-se em vitalício no tempo dos imperadores, e como se renovava todos os anos, difundiu-se o costume de datar o reinado conforme os anos da «tribunícia potestas».

 Pontifex maximus – cargo honorífico, mas de grande valor simbólico, de custódia e garante da religião oficial.

 Ditador – esta expressão que nada tem a ver com os ditadores das épocas actuais, era antes de Júlio César, um magistrado excepcional que assumia o poder como resultado de uma decisão do Senado e em circunstâncias de grave dificuldade para o Estado, sobretudo de tipo militar. Nesses momentos impor-se-ia a exigência de um único e sólido guia para não cair no caos, e por isso o ditador-comandante recebia poderes extraordinários por um período de seis meses, eventualmente renováveis.

 Imperator – Também nada tem a ver com a ideia moderna de imperador. Começou a usar-se na época republicana tendo sido adoptado por Octávio. Significava «general vitorioso», título atribuído pelos soldados ao comandante que os tinha levado à vitória. Na sua origem foi, pois, um termo honorário e de exaltação. Depois converteu-se apenas em «comandante de exército», dotado de «imperium», isto é, de poder supremo, o mais amplo poder militar, jurídico e administrativo. Mais tarde, o termo adquiriu o valor de «titular do poder absoluto».

 Princeps – Octávio Augusto não gostava muito do título «imperator», e preferia que lhe chamassem princeps.
O «princeps» latino era um chefe de uma comunidade, o cidadão mais eminente, o que tinha mais prestígio. Não figurava na Constituição republicana e agradou a Octávio, porque entre outras razões, foi o Senado que lhe concedeu este título, o órgão republicano de maior importância e assim afastava a de si a suspeita de que estava em conflito com esta assembleia.

 Augusto – Palavra que veio substituir o nome tanto de Octávio, como dos imperadores romanos seguintes, provavelmente deriva do verbo latino «augere», ou seja «acrescentar», «aumentar», como significado consequente de «benefactor». Outros crêem que este termo deriva de «augur» (relacionado por sua vez com «augeo») que quer dizer «sacerdote» o que implica «eleito dos deuses», que interpretavam a vontade dos deuses.

 Pater patriae – Pater patriae – título honorífico que significava «pai da pátria», concedido pelo Senado a partir do século I a.C.. Conferido a Augusto em 2 a.C; muitos dos seus sucessores também o adoptaram.

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